Links da semana #1 Feminismo, 8 de Março e Reforma da Previdência

O “Links da semana” é um espaço para trocarmos informações e debatermos assuntos que nem sempre conseguimos abordar aqui no blog; geralmente com textos, notícias e vídeos que acredito ser importante para aprendermos juntos.

Na semana do dia internacional das mulheres trouxe alguns textos sobre as origens da data, importância e movimento feminista. Também têm sobre a relação da moda com o ativismo (ou seria apropriação?), vídeo sobre baixa autoestima intelectual e mais!

Nada de incêndio na fábrica! Esta é a verdadeira história do 8 de março: Texto da “AZmina” sobre as origens do 8 de março. A proposta de um dia internacional da mulher foi feita pela alemã Clara Zetkin para ser um dia de luta e mobilização. Hoje, a associação da data à flores e maquiagens reforça a ideologia da feminilidade e impede a luta pela conquista de direitos. Afinal, não temos nada a comemorar.

O significado da greve das mulheres neste 8 de março: Se você não soube, no 8 de março deste ano vários países realizaram uma greve internacional das mulheres (para ler sobre clica aqui). No Blog da Boitempo, o texto aborda a importância das greves num geral e o porquê da greve no 8 de março.

Ser mulher não é um presente, não me parabenize: Vídeo do canal “Afros e Afins” da Nátaly Neri, também sobre o dia internacional da mulher. Se a cada 4 minutos uma mulher foi agredida no carnaval e a cada 11 uma mulher é estuprada, nós realmente não temos nada a comemorar.

A história do slogan “The future is female” e outras considerações sobre moda e ativismo: O texto publicado no “Modefica” é um daqueles que dá vontade de imprimir e sair distribuindo por aí. Lembro que na semana de moda do ano passado a Dior desfilou uma camiseta com a frase da Chimamanda Adichie, “We should all be feminists”. Lembro também que meu feed do facebook pipocou de gente achando lindo. Eu entendo, mas não consigo achar bonito uma marca se apropriar de algo político e vender por 550 euros. Não promove mudança social, não estimula à ação política e dá a falsa sensação de que alcançamos equidade. A moda como caminha hoje me entristece muito, e ainda é um meio que objetifica mulheres e explora trabalhadoras.

Baixa autoestima intelectual: Vídeo do canal “Tá, Querida!”. Ultimamente tenho pensado bastante sobre autoestima e como eu não acredito no meu potencial. No vídeo a Luísa fala sobre a dificuldade com a leitura. Eu sempre tive que me esforçar muito para entender livros teóricos e sempre me senti mal, como se a dificuldade fosse culpa minha. Mas enfim, esse tema rende um post.

Mulher perde mais do que o homem na reforma da Previdência: Já dizia Simone de Beauvoir, “Basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá que manter-se vigilante durante toda a sua vida.”

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